A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Hoje a coluna Papo Sério traz um artigo escrito pelas pedagogas Bruna Odete Antunes Ortega e Sdimara Aparecida Shuller de Souza, as quais falam sobre a importância do brincar na Educação Infantil. 

 

RESUMO

O brincar é fundamental para o desenvolvimento da criança, brincado ela pode torna-se um cidadão criativo e crítico. Essa pesquisa nos ajudou a compreender a importância do brincar na educação infantil, realizamos uma pesquisa qualitativa com observações da prática pedagógica e entrevista com a professora do jardim I de uma escola particular no município de Campo Grande/MS, com o intuito de observar as reações das crianças nas brincadeiras propomos o desenvolvimento de situações em que essas ações lúdicas estivessem em foco, com isso pudemos perceber o quão importante é para o desenvolvimento da criança essas atividades. Através das brincadeiras é possível despertar na criança desejos, saberes, fantasias, em que elas aprendem a opinar e viver com regras individuais e coletivas, compreender e apoderar-se de ideias diferentes, fazer escolhas, imitar, saber ganhar e perder, se encantar e conviver com as diferenças e é nesse momento que podemos ver, analisar e diagnosticar problemas futuros, por exemplo, alguma dificuldade na aprendizagem e auxiliar a construção de conhecimentos, além de contribuir para a formação da personalidade infantil, que é fundamental para a sua vida. O brincar é primordial para a criança, uma vez que, possibilita trabalhar aspectos afetivos, mentais e comunicativos, contribuindo de maneira incisiva para o desenvolvimento integral da criança, que é o objetivo da educação infantil.

INTRODUÇÃO

A escolha do tema “O brincar na Educação Infantil” surgiu quando observamos o cotidiano institucional e ali percebemos a timidez e a pouca interação entre os alunos, no entanto, essas crianças no momento das brincadeiras em grupo elas passam a ter contato com os demais assim que estimuladas. 

Durante nossa infância era comum vermos crianças brincando nas ruas, correndo, pulando, tudo com muita alegria, interagindo umas com as outras através das brincadeiras e com o passar do tempo o crescimento urbano e os elevados índices de criminalidade essa prática foi se perdendo.

A pesquisa buscou evidenciar a importância do brincar para a criança durante a infância. Uma vez que:

No brincar, a criança opera com objetos, estes possuindo significado; ela opera com os significados das palavras que substituem o objeto; portanto, no brincar, a palavra se emancipa do objeto. (EL’KOUNIN,1982, p.230 apud MOYLES, 2002, p.13)

Este trabalho teve como finalidade mostrar a importância do brincar na Educação Infantil, pois presenciamos em nossas práticas educacionais que a falta do brincar no ambiente escolar faz com que a criança tenha dificuldades em relacionar-se. Diante disso fomos para a escola Nova Geração Faz de Conta conhecer os alunos e as professoras do Jardim I (2 a 3 anos) para observar a rotina dos alunos e a prática docente. Nesse período pudemos observar o comportamento e as atitudes dos alunos nos seguintes momentos (sala de aula e brincadeiras). 

Na segunda semana de observação elaboramos um questionário e realizamos uma entrevista com as professoras da sala. Dessa maneira buscamos compreender como o brincar pode ser trabalhado para contribuir no desenvolvimento da criança, auxiliando na aprendizagem afetiva e interagindo com o meio social. Normalmente pensamos que jogos e brincadeiras são meros passa tempos, mas na verdade são essenciais para as crianças, pois traz benefícios insubstituíveis.

O brincar é importante tanto para criança quanto para o adulto. É o que torna ativa, criativa e dá oportunidade de relacionar com o meio social. Através da brincadeira é possível despertar desejos, saberes, fantasias. Mesmo sendo um direito de todas as crianças, o brincar muitas vezes tem sido reduzido há um tempo curto da rotina.

A Declaração dos Direitos da Criança, evidencia e relaciona os direitos das crianças ressaltando a brincadeira como um deles:

Princípio 4-A criança gozará os benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e criar-se com saúde; para isto, tanto à criança como à mãe, serão proporcionados cuidados e proteções especiais, inclusive adequados cuidados pré e pós-natais. A criança terá direito a alimentação, recreação e assistência médica adequadas.

Princípio 7-A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário. Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade. Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais. A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

Nesta mesma perspectiva, o Estatuto da Criança e do Adolescente (2013), também ressalta o direito à brincadeira, estabelecendo no Art. 16 que: 

O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos: 

IV – brincar, praticar esportes e divertir-se.

A brincadeira é uma linguagem infantil e é muito importante que esteja presente nas escolas e nas atividades lúdicas – considerando como lúdicas os jogos, a expressão corporal, arte, música, ou seja, atividades que exploram a espontaneidade da criança.

Segundo os Referencias Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (1998, p.27) “A brincadeira favorece a autoestima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa.” Os educadores e os pais têm papel fundamental para auxiliar a criança nesse processo de desenvolvimento da autoestima, podemos dizer que é o alicerce de tudo o que elas são e do que elas fazem. Brincando a criança constrói a sua personalidade, é uma parcela em sua vida muito importante.

O BRINCAR NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

Brincar, segundo o dicionário Priberam significa: “divertir-se, entreter-se com alguma coisa infantil, galhofar ou gracejar, agitar maquinalmente e proceder levianamente.” é algo que está presente na vida das crianças ou pelo menos deveria ser.

O brincar é primordial no desenvolvimento da criança, pois possibilita trabalhar aspectos afetivos, mentais, e comunicativos, possibilitando uma relação com o mundo externo, auxiliando na formação de sua personalidade e principalmente, do senso crítico. 

Segundo Bock (2008, p.119), “[…] o Aspecto Social é a maneira como o indivíduo reage diante das situações que envolvem outras pessoas.” No momento das brincadeiras a criança comunica-se consigo mesma, entra no mundo da imaginação e fantasias, e com o universo, aceita a existência dos outros, estabelece comunicação social, constrói conhecimentos, além de contribuir com o ensino aprendizagem. 

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação infantil (2009) 

[…] a criança é um sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.

Devemos ter consciência sobre a importância do brincar na vida da criança, o brincar faz parte de momentos prazerosos e não é uma simples ocasião para a recreação, pois ajuda no processo de aprendizagem, essencial para incentivar a criatividade das crianças. E assim possibilita transformar as aulas em momentos mais prazerosos, significativos e atrativos para as crianças.

A brincadeira é a atividade espiritual mais pura do homem neste estágio e, ao mesmo tempo, típico da vida humana enquanto um todo – da vida natural interna no homem e de todas as coisas. Ela da alegria, liberdade, contentamento, descanso externo e interno… A criança que brinca sempre, com determinação auto ativa, perseverando, esquecendo sua fadiga física, pode certamente tornar-se um homem determinado, capaz de auto sacrifício para a promoção do seu bem e de outra… Como sempre indicamos, o brincar em qualquer tempo não é trivial, é altamente sério e de profundo significação. (FROEBEL, 1952, p. 55 apud KISHIMOTO, 2008, p. 68) 

Para que o brincar no cotidiano da criança seja considerado essencial, devemos dar importância na expressão infantil que é significativo para o desenvolvimento integral da mesma. Ao brincar elas aprendem a opinar, viver em regras consigo e em grupos, compreender e apoderar-se de ideias diferentes, fazer escolhas, imitar, aprender a ganhar e perder, se encantar e aprender a conviver com as diferenças e é nesse momento que podemos ver, analisar e diagnosticar problemas futuros, por exemplo, a aprendizagem.

O BRINCAR E A EDUCAÇÃO

O cuidar, educar e o brincar andam juntos na educação infantil, pois a criança também aprende brincando, educar vem junto com o brincar conforme deliberam as diretrizes curriculares nacionais para a Educação Infantil (2009) as práticas pedagógicas precisam ter como eixo norteador das ações as interações e a brincadeiras.

O brincar e o educar devem estar juntos, pois quando a criança brinca está aprendendo muitas coisas, por exemplo, a agir como um sujeito socializador, criar amizades, ter conhecimento a respeito do seu próprio corpo, para isso é preciso exploração, uso sensorial, uso dos seus movimentos, aprendendo a entrar em situações simbólicas, imaginárias.

Sobre a importância da brincadeira para o desenvolvimento infantil Kishimoto (2002, p. 150) enfatiza que:

Crianças que brincam aprendem a decodificar o pensamento dos parceiros por meio da metacognição, o processo de substituição de significados, típico de processos simbólicos. É essa perspectiva que permite o desenvolvimento cognitivo. Uma educação que expõe o pré-escolar aos contos e brincadeiras carregadas de imagens sociais e culturais contribui para o desenvolvimento de representações de natureza icônica, necessários ao aparecimento do simbolismo. Possibilitar que o ser humano desenvolva-se pelo movimento (enativo), pelo grafismo e imagens mentais (icônico) e atinja o lógico-científico (simbólico) significa respeitar suas formas de representação do mundo. 

Existem brincadeiras que estimulam o aprendizado em cada fase do desenvolvimento infantil, por exemplo, até dois anos os brinquedos que levariam a criança explorar o sistema sensório motor (motricidade e as sensações), como aquilo que é duro, mole, áspero, as cores, tudo aquilo que tem a ver com os cinco sentidos da criança, pois quando a criança brinca movimenta-se e trabalha a coordenação motora e ao mesmo tempo explora sensorialmente o ambiente e isso está ligado ao seu aprendizado. A criança é vista como um ser que têm direitos, como direito ao brinquedo e a brincadeira, essa é uma concepção vista nos dias atuais. 

Nessa mesma perspectiva, Costa (2005, p.45), define que “a palavra lúdico vem do latim luduse significa brincar. Nesse brincar estão incluídos os jogos, brinquedos e brincadeiras e a palavra é relativa também à conduta daquele que joga, que brinca e que se diverte”. 

O brincar pedagógico tem que estar inserido na rotina das crianças, em que elas poderão desenvolver as capacidades cognitivas, aprendizagens diversas, trabalhando o sensório motor, ética e valores. 

Kishimoto (2008), sinaliza a existência do caráter lúdico e educativo em torno do jogo, que estariam relacionado concomitantemente a duas funções: 

[…] a primeira seria a função lúdica do jogo, expressa na ideia de que sua vivência propicia a diversão, o prazer, quando escolhido voluntariamente pela criança. A segunda seria a função educativa, quando a prática do jogo leva o sujeito a desenvolver seus saberes, seus conhecimentos e sua apreensão de mundo. (KISHIMOTO, 2008)

É preciso que o pedagogo crie um espaço organizado com brinquedos e jogos para que se reflita na ação voluntária da criança em que ela possa usar sua imaginação e criatividade. 

O JOGO, A BRINCADEIRA E A PRÁTICA PEDAGÓGICA

Como instrumentos para o levantamento de levantamentos dos dados realizamos um questionário, uma entrevista, observação da prática pedagógica e o desenvolvimento de atividades lúdicas com as crianças. A pesquisa foi realizada com a professora do jardim I da Escola Nova Geração Faz de Conta, situada na cidade de Campo Grande/MS.

Com base no questionário realizado com a professora, notou-se que ela possui formação em nível superior no curso de pedagogia e pós-graduação em Educação Inclusiva, atua no magistério há 26 anos.

A professora destacou que a brincadeira é aplicada em seu cotidiano, com essa resposta, recordamos das aulas observadas em que presenciamos sua forma de trabalho que utilizava a brincadeira nas atividades diárias. Em todos os momentos do processo e seguindo o planejamento semanal a ludicidade seguiu o currículo norteador. Em suas respostas a professora afirmou que a brincadeira é importante para a socialização da criança com o meio, e auxilia também a compreensão de regras e aprimoramento do conhecimento do próprio corpo, a professora ressaltou que essa atividade pode interferir positivamente na aprendizagem das crianças refletindo na organização do espaço e do tempo. 

A professora relatou que utilizando atividades lúdicas, com bolas, cordas, bambolês, brincadeiras de roda, as crianças se sentem mais seguras e confiantes, mais ágeis e independentes. Demonstrando muito mais interesse em participar das brincadeiras e jogos. 

Segundo Costa (2005, p. 21): 

Educar é ajudar a pessoa a tomar consciência de si mesma, dos outros e da sociedade, oferecendo ferramentas para que o outro possa escolher, entre muitos caminhos, aquele que for compatível com seus valores, com sua visão de mundo e com as circunstâncias adversas que cada um irá encontrar. (Apud RAU 2011, p. 40) 

Pode-se observar que a professora valoriza o brincar como algo importante para o desenvolvimento da criança, tanto evidenciando os aspectos sensório motor como sócias e interacionistas. 

Brincar propicia o trabalho com diferentes tipos de linguagens, o que facilita a transposição e a representação de conceitos elaborados pelo adulto para os educandos. Educar, nessa perspectiva, é ir além da transmissão de informações ou de colocar à disposição do educando apenas um caminho, limitando a escolha ao seu próprio conhecimento. (RAU, 2011, p. 40)   

OS JOGOS EM AÇÃO

Inicialmente preparamos para as crianças algumas brincadeiras, como: coelho sai da toca, corre cotia, dança das cadeiras, seu mestre mandou e jogo das expressões, as quais foram executadas no decorrer de uma semana sempre no horário das 10:00 às 11:00 horas da manhã. Esse foi o tempo disponibilizado pela professora.

As crianças tiveram entusiasmo e interesse pelas brincadeiras realizadas. A cada dia eles nos questionavam: “Prô, do que iremos brincar hoje?” Essas atitudes evidenciam a participação e o interesse das crianças em situações planejadas em que as brincadeiras são o centro da ação. 

Para a realização da brincadeira coelho sai da toca que as crianças não conheciam foi necessário explicarmos as regras. Na primeira tentativa não conseguiram acompanhar a atividade proposta, mas depois de algumas tentativas conseguiram desenvolver bem e assimilar o conceito de dentro e fora que era o foco da aprendizagem do dia e algumas habilidades como autocontrole, a linguagem e um comportamento ordenado baseado em autoridade e afetividade. 

A brincadeira foi desenvolvida no pátio da escola, os bambolês foram colocados de forma circular para representar cada um em uma toca, cada criança deveria permanecer dentro ou fora de acordo com o comando do mediador. Após terem entendido a brincadeira as crianças demonstram gostar da atividade, corriam tentando garantir um lugar para não ficar fora da brincadeira, a cada rodada os bambolês iam diminuindo fazendo assim com que uma criança ficasse de fora da brincadeira. Durante a brincadeira eles saiam de fora da roda e corriam pelo pátio, pudemos observar a alegria das crianças, nós sentimos a sensação de liberdade e diversão.

A segunda brincadeira foi a de corre cotia, essa foi mais fácil de as crianças compreenderem, pois todas já a conheciam. As crianças e nós sentamos em círculo no pátio da escola, foi escolhido um aluno para iniciar a brincadeira, o qual teria que correr em volta da roda em quanto à música estava sendo cantada pelos demais, ao final da música o mesmo teria que escolher um colega para deixar o objeto que escolhido pelo mediador, segundo a regra quem recebeu a pedra seria o pegador de quem o escolheu, assim continuamente a até o ultimo participante. Durante a brincadeira as crianças sentiram-se à vontade, pois sabiam como funcionava, todas participaram, elas fizeram uma farra, pois tinham que correr atrás de um colega para ser o próximo pegador. Através dessa brincadeira desenvolveu-se a motricidade, o sensorial, o raciocínio cognitivo, a afetividade, função executiva (tomar decisão) e a linguagem. 

Escolhemos destacar apenas essas duas brincadeiras, pois foram as que mais as crianças se divertiram, nos marcou positivamente termos propiciado, ao longo da semana, atividades em que as crianças tiveram liberdade para fazer farra, sentir prazer, correndo, divertir-se com as ações.

Foi enriquecedor ter feito as brincadeiras com as crianças, a grande parte da turma disse que gostam de brincar no tablet, computador, vídeo game, e de certa forma resgatamos brincadeiras de quando erámos crianças.  

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir deste estudo compreendemos que a criança aprende brincando, além de este ser um aspecto indispensável ao ajudá-la a interagir com o meio social. 

Além da interação, as brincadeiras proporcionam mecanismo para o desenvolvimento da memória, comunicação, criatividade, atenção e habilidades, essas características fazem com que se crie um elo entre o brincar e o aprender. Brincando as crianças terão oportunidades de desenvolver capacidades que ajudarão na vida futura, por exemplo, afetividade, concentração, entre outras capacidades.

As brincadeiras são de extrema importância na educação infantil, pois ela influencia os alunos em suas atitudes, uma vez que, quando estão envolvidos emocionalmente no brincar, as aprendizagens tornam-se mais fáceis de serem trabalhadas, questões complexas podem ser desenvolvida com as crianças.

A ludicidade voltada para as crianças na educação infantil facilita tanto o aprendizado como o seu desenvolvimento e inclui os aspectos físicos, social, cultural, emocional, afetivo e cognitivo, enfim, desenvolvendo todas as capacidades a maturidade do corpo e da mente do ser humano, sendo assim as brincadeiras devem ser parceiras com a educação infantil. 

REFERÊNCIAS

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Bock. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. Ana Mercês Bahia Bock, Odair Furtado, Maria de Lourdes Trassi Teixeira. São Paulo, Saraiva, 2008.

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KISHIMOTO, T. M. Bruner e a Brincadeira. In: O Brincar e suas Teorias, KISHIMOTO, Tizuko M. (ORG.) São Paulo, Pioneira Thomson Learning, 2002. 

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PILETTI, Nelson. Psicologia da aprendizagem: da teoria do condicionamento ao construtivismo/ Nelson Piletti, Solange Marques Rossato. – São Paulo: Contexto, 2013.

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MOYLES. Só brincar? O papel do brincar na educação infantil. Porto Alegre, Artmed, 2002.

RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. A ludicidade na educação: uma atitude pedagógica – Curitiba: Ibpex, 2011

Fonte imagem: http://www.blogdafabee.com.br